IPTU: Começa distribuição dos carnês aos contribuintes de Piracicaba

s 194 mil carnês são das modalidades residencial, comercial e industrial.

 

Começaram a ser distribuídos ontem, pela Prefeitura de Piracicaba, os carnês do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) de 2018. A primeira remessa, com 70 mil documentos, será entregue na região central da cidade.

Os 194 mil carnês são das modalidades residencial, comercial e industrial. Este ano, todos os títulos dos moradores de Piracicaba serão entregues por servidores municipais e os que residem fora da cidade vão receber via Correios.
A entrega de todos os carnês deve ser concluída no dia 10 de março. O contribuinte que não receber o documento até essa data deverá procurar o setor de atendimento da Prefeitura, no prédio do Centro Cívico, térreo 1, ou o Poupatempo estadual, na praça José Bonifácio, para retirar a segunda via. A guia de pagamento à vista ou parcelado também pode ser conseguida pela internet, no site da Prefeitura de Piracicaba www.piracicaba.sp.gov.br, clicar no ícone IPTU 2018.
A cota única à vista e com desconto de 5% vence no dia 15 de março. A cota única sem desconto e o pagamento parcelado vencem no dia 20 de março. O pagamento parcelado poderá ser feito em até 10 vezes, sem incidência de qualquer acréscimo, desde que a quitação de cada parcela seja feita até a data do vencimento.
Um decreto do prefeito Barjas Negri (PSDB), estipulou em 1,95% o reajuste na alíquota do IPTU para este ano. O índice de aumento equivale à variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) entre dezembro de 2016 e novembro deste ano. Além disso, uma lei aprovada pela Câmara permitiu que a planta genérica de valores — tabela é utilizada como base de cálculo para o lançamento do tributo — fosse corrigida em outros 5%. A mesma norma prevê atualizações de 2,5% da planta nos próximos anos até 2023.
A expectativa da Secretaria de Finanças é que sejam arrecadados R$ 110 milhões com o pagamento “principal” do IPTU, ou seja, o imposto lançado em si. Outros R$ 700 mil devem vir de multas e juros pagos por quem quitar as parcelas em atraso. A pasta estimou ainda que R$ 22 milhões deixarão de ser recolhidos por conta da inadimplência, valor que deverá ser colocado em dívida ativa para posterior cobrança judicial.

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